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Igreja de Santa Engrácia / Panteão Nacional / Lisboa

O presente documento representa o alçado e planta da Igreja de Sta. Engrácia que pela Lei n.º 520, de 29 de abril de 1916, “Destina a Panteão Nacional o antigo Templo de Santa Engrácia em Lisboa”.

É conhecida a popular referência “… é como as obras de Sta. Engrácia…”, como algo que não termina. De facto, as obras desta Igreja tiveram início em 1570, pelo arquiteto Jerónimo de Ruão (1530-1601), por solicitação da infanta D. Maria, filha do rei D. Manuel e, vicissitudes várias, como o desabamento da capela-mor em 1861, ditaram a conclusão da construção em 1966. A este longo processo de edificação está também ligada uma lenda que, por volta de 1630, Simão Pires Solis, cristão-novo terá sido acusado de roubar o cofre com as relíquias da Igreja. Condenado e levado ao Campo de Santa Clara, na hora da morte, terá proferido a maldição de que as obras "nunca se haviam de ver concluídas".

A Igreja/Panteão apresenta uma planta em cruz grega, de interior revestido a mármore colorido e com órgão em talha dourada.

Estão ligados a esta obra, já nos anos cinquenta do século passado, o Arquiteto Amoroso Lopes e o escultor Leopoldo de Almeida.

Imagem - Maio 2021
 


Legenda

Igreja de Santa Engrácia / Panteão Nacional / Lisboa

Projeto de acabamento da Igreja de Sta. Engrácia. - 1 Desenho: ms., a tinta da china, aguarelado a cinza e rosa, em papel; 415 X 912 mm. - [1831]

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