Política de Privacidade

POLÍTICA DE PRIVACIDADE

Política de privacidade e segurança na proteção de dados pessoais

1. – RESPONSÁVEL PELO TRATAMENTO

A Secretaria-Geral da Economia (SGE), Serviço da Administração Direta do Estado, inserido na área governamental da Economia e Transição Digital, com sede na Av. da República, n.º 79, 1069 - 218 Lisboa, é a titular e responsável, nomeadamente pelo tratamento de dados pessoais, do domínio www.sgeconomia.gov.pt.

A SGE publica, no seu website, informação sobre  as competências, a sua estrutura, bem como de matérias relacionadas com as áreas da economia e da transição digital, entre outras, que possam ser do interesse para os cidadãos, para as empresas e para os que trabalham naquelas duas áreas.

2. – CONFIDENCIALIDADE NA PROTEÇÃO DOS DADOS PESSOAIS

A SGE garante, enquanto responsável pelo tratamento de dados, de forma lícita, leal e transparente a proteção dos dados pessoais que sejam recolhidos por meios digitais e ou manuais, ao abrigo da legislação aplicável, a saber:

- Artigo 35.º da Constituição da República Portuguesa;
- Regulamento Geral de Proteção de Dados (RGPD);
- Lei n.º 58/2019, de 8 de agosto, que adaptou aquele mesmo RGPD ao ordenamento jurídico português, nomeadamente na área contraordenacional e da Autoridade de Controlo Nacional (no caso a Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD);
- Lei n.º 59/2019, de 8 de agosto, que  aprovou as regras relativas ao tratamento de dados pessoais para efeitos de prevenção, deteção, investigação ou repressão de infrações penais ou de execução de sanções penais;
-  Lei n.º 41/2004, de 18 de agosto, na sua redação atual, que regula a proteção dos dados pessoais nas telecomunicações;
-  Lei n.º 43/2004, de 8 de agosto, na sua redação actual, que regula a organização e o funcionamento da Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD).

Os dados pessoais recolhidos por meios manuais gozam de igual proteção, nos termos do n.º 7 do já referido artigo 35.º da Constituição da República Portuguesa.

O acesso a documentos administrativos, que integrem dados pessoais, rege-se pelo disposto na Lei n.º 26/016, de 22 de agosto, na última redação/versão dada pela Lei n.º 68/2021, de 26 de agosto, conforme o determina o artigo 26.º da Lei n.º 58/2019, de 8 de agosto.

3 – LICITUDE, FUNDAMENTO, FINALIDADE E PRAZO DE CONSERVAÇÃO NO TRATAMENTO DOS DADOS PESSOAIS

A recolha, o registo, a organização, a estruturação, a conservação, a adaptação ou alteração, a recuperação, a consulta, a utilização, a divulgação por transmissão digital ou outra, a difusão ou qualquer outra forma de disponibilização, a comparação, a interconexão, a limitação e o apagamento ou a destruição de dados pessoais, ou seja, toda a informação que identifique ou possa identificar uma pessoa singular deve obedecer à licitude, à lealdade, à transparência e à limitação no prazo de conservação, atendendo aos fins específicos da recolha, nomeadamente:
- Para cumprimento de uma obrigação legal, imposta pelo Estado ou pela União Europeia,
- Consentimento inequívoco do titular dos dados para uma ou mais finalidades, determinadas, específicas e legítimas,
- Para a execução de um contrato,
- Exercício de funções públicas.

Sempre que a SGE, enquanto responsável pelo tratamento de dados, tiver a intenção de proceder ao tratamento posterior dos dados pessoais para fim diverso ao da recolha inicial, antes desse tratamento, informará o titular dos dados dessa outra utilização (n.º 3 do artigo 13.º do RGPD).

4 – ENCARREGADO DE PROTEÇÃO DE DADOS

A SGE e os organismos integrados na prestação centralizada de serviços da Economia e Transição Digital têm designado um  Encarregado Geral de Proteção de Dados (EPD), na terminologia inglesa designado com as iniciais DPO (Data Privacy Officer), nomeação efetuada ao abrigo da alínea a), do n.º 1 e n.º 5 do artigo 37.º do RGPD e n.º 1 do artigo 9.º da Lei n.º 58/2019, de 8 de agosto, pelo Despacho n.º 2602/2021, do Secretário de Estado Adjunto e da Economia (SEAE), de 25/02 (DR, II Série n.º 47, de 9/3/2021).

Em conformidade com o RGPD os titulares de dados podem exerçer, entre outros, os seus direitos de acesso, retificação, oposição, limitação, apagamento e portabilidade dos dados pessoais que lhe digam respeito. O exercício desses direitos é efetuado através de pedido formulado, por escrito, ao Encarregado de Proteção de Dados (EPD) da Secretaria Geral da Economia (SGE) do Ministério da Economia e Transição Digital (METD). A identificação do titular dos dados poderá ser exigida.

O direito ao apagamento poderá não proceder quando venha ou possa vir a afetar, designadamente:
- O cumprimento de obrigações legais do Estado ou da União Europeia. Por exemplo, a obrigatoriedade da publicação de incentivos concedidos no âmbito da atribuição de fundos nacionais ou comunitários (alínea b) do n.º 3 do artigo 17.º do RGPD);
- Tratamento para fins de arquivo público, investigação científica e histórica e fins estatísticos (alínea b) do n.º 3 do artigo 17.º do RGPD);
- O exercício de direitos em processos judiciais (alínea c) do n.º 3 do artigo 17.º do RGPD).

Para quaisquer questões, pedidos ou reclamação sobre o exercício de direitos por parte dos titulares dos mesmos, conforme descrito nesta Política de Privacidade e Segurança de Proteção de Dados Pessoais, poderá entrar em contacto connosco através do seguinte endereço:

Encarregado de Proteção de Dados (EPD) – Francisco Sousa
Av. da República, nº 79, 1069-218 Lisboa, PORTUGAL | Tel.: + 351 21 911 786
Endereço de correio eletrónico: DPOSG@sgeconomia.gov.pt .

Qualquer reclamação pode, ainda, querendo, ser efetuada para a Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD), enquanto Autoridade Nacional de Proteção de Dados Pessoais, nos termos do n.º 1 do artigo 77.º do RGPD, sem prejuízo do disposto no artigo 32.º da Lei n.º 58/2019, de 6 de agosto, ou seja, o recurso a outras instâncias administrativas e ou judiciais.

5 – TRANSFERÊNCIA DE DADOS PESSOAIS PARA PAÍSES TERCEIROS E ORGANIZAÇÕES  INTERNACIONAIS

A transferência de dados pessoais para o exterior, que não seja o espaço da União Europeia, sem o expresso e inequívoco consentimento dos respetivos titulares, em princípio, não é possível, devendo tal indicação ser estendida, especialmente aos subcontratados pela SGE cumprindo-se, assim, as condições legais estabelecidas no RGPD (artigos 44.º a 50.º).

6. - POLÍTICA DE SEGURANÇA NA PROTEÇÃO DOS DADOS PESSOAIS. UTILIZAÇÃO DE COOKIES.

A SGE, bem como as entidades por si subcontratadas, adotam as medidas técnicas e organizativas que garantem a segurança dos dados pessoais recolhidos no âmbito do exercício das competências que lhe estão atribuídas.
Nesse sentido, em especial a SGE, adota as orientações técnicas para a Administração Pública em matéria de arquitetura de segurança das redes e sistemas de informação e procedimentos a adotar previstas na Resolução do Conselho de Ministros (RCM) n.º 41/2018, de 22 de março, de modo a cumprir as normas do RGPD.

Em geral, o site https://www.sgeconomia.gov.pt/, pode ser visitado sem que seja necessário revelar qualquer informação pessoal. Existem, no entanto, áreas do mesmo onde necessitamos que os utilizadores forneçam os seus dados pessoais, de forma a usufruírem dos serviços aí disponibilizados.

Para fins estritamente estatísticos, utilizamos tecnologia (cookies) que permitem perceber o acesso ao site. Nenhum dado pessoal é recolhido por esta tecnologia.
 

 

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